O que significa a data de validade de um medicamento?
Significa que algo que chegou ao fim de sua vida útil. Para
explicar melhor sobre a relevância da data de validade, é importante entender
como as empresas farmacêuticas determinam a longevidade e a validade dos seus
produtos.
Todas as drogas têm formulações únicas, que consistem de
ingredientes ativos e inativos voltados para o tratamento de doenças
específicas. Uma vez que um fármaco é desenvolvido, os fabricantes determinam o
período de tempo que o fármaco durará sem deterioração. Isto é conhecido como
período de vida útil da droga. Se um medicamento é usado no seu período de vida
útil, a máxima eficácia e segurança do medicamento, é esperada.
Dois perigos dos medicamentos
Os grandes problemas com remédios vencidos tem duas vertentes: as drogas tornam-se fracas e podem ser potencialmente inseguras. É aconselhável descartar todos os medicamentos vencidos. Por que correr o risco? Sempre verifique as datas de vencimento em caixas e frascos e se os produtos já venceram, verifique com sua farmácia local ou consultório médico para ver se eles têm recipientes de descarte de medicamentos. Não é recomendado descartar medicamentos não utilizados ou vencidos no vaso sanitário, pois têm a possibilidade de contaminarem sistema de água.
A química dos medicamentos vencidos também deve ser considerada
Os medicamentos podem alterar as suas propriedades químicas e físicas, como é evidente quando os comprimidos se desintegram e líquidos separam-se em camadas, ou mesmo mudam de cor. Esta mudança química pode resultar em uma substância altamente tóxica, que pode causar desde uma simples dor de cabeça até a morte.
Principais problemas sociais e ambientais
O descarte incorreto de medicamentos traz sérias consequencias para o meio ambiente e também para a população. Veja os principais problemas sociais e ambientais associados aos resíduos de medicamentos e aos medicamentos com prazos de validade vencidos:
• intoxicação acidental de crianças e adultos;
• Abuso intencional de drogas;
• Impactos na qualidade da água e do solo;
• Impactos negativos sobre a vida aquática;
Como descartar corretamentos os remédios
• ao descartar os medicamentos, tome o cuidado de manter as embalagens originais;
• para eliminar o risco de acidentes com materiais cortantes, guarde-os dentro de embalagens rígidas, como latas e plastico.
• caixas de papel e bulas são embalagens que não tem contato direto com os medicamentos e podem ser descartados nos coletores seletivo de papel, para a reciclagem.
Uso irracional de medicamentos pode agravar doenças, comprometer eficácia dos tratamentos, além de gerar risco de reações alérgicas, dependência e até mesmo morte
Os medicamentos são a principal causa de intoxicação no Brasil, segundo dados do Sinitox (Sistema Nacional de Informações Tóxico-Farmacológicas), da Fundação Oswaldo Cruz, ficando à frente de produtos de limpeza, agrotóxicos e alimentos estragados.
Boa parte desses acidentes ocorrem devido à automedicação, que é a utilização de medicamentos por conta própria ou por indicação de pessoas não habilitadas, para tratamento de doenças cujos sintomas são “percebidos” pelo usuário, sem a avaliação prévia de um médico.
É por isso que, ainda de acordo com a Anvisa, os analgésicos, os antitérmicos e os antiinflamatórios representam as classes de medicamentos que mais intoxicam.
O uso de remédios de forma incorreta pode agravar a doença ao esconder determinados sintomas. Se o remédio for antibiótico, o uso abusivo pode gerar o aumento da resistência de microorganismos, o que compromete a eficácia dos tratamentos.
Outra preocupação em relação ao uso do remédio se refere à combinação inadequada - o uso de um medicamento pode anular ou potencializar o efeito do outro. O uso de remédios de maneira incorreta ou irracional pode causar, ainda, reações alérgicas, dependência e até a morte.
A orientação do Ministério da Saúde é que sempre se procure um médico ao desconfiar sobre qualquer problema de saúde. Evite recomendações de vizinhos, amigos, parentes ou mesmo de balconistas de farmácias ou drogarias.
Na consulta, informe ao médico se você já utiliza algum medicamento e se faz uso freqüente de bebidas alcoólicas.
Já na hora de adquirir medicamentos de venda livre - considerados de baixo risco para tratar males menores e recorrentes, como dor de cabeça - procure orientações do farmacêutico.
A Anvisa possui uma cartilha com diversas orientações relacionadas a medicamentos.
Evitando intoxicações
As intoxicações por medicamento ocorrem principalmente pelo uso acidental e são mais frequentes em crianças. Por isso, os pais ou responsáveis devem ter muito cuidado no armazenamento do medicamento.
Ele deve ser guardado em local seguro, longe do alcance das crianças. Para evitar a ingestão acidental de medicamentos, não os deixe soltos em gavetas, dentro de vasos, potes, objetos de decoração ou de qualquer outra forma que permita o acesso de animais domésticos, crianças ou idosos.
Caso o consumidor tenha algum problema com o uso de algum medicamento poderá entrar em contato com o Disque Intoxicação da Anvisa (telefone 0800 722 6001) e buscar ajuda médica o mais rápido possível. Para isso, é importante levar o medicamento tomado e a sua bula, se possível.
No portal G1- foi postado uma matéria do Conselho Regional de Farmácia, muito importante e que esclarece ainda mais a respeito do site clique no link abaixo:
Hoje o poste vai tratar de um assunto muito polemico das ultimas semanas, a possível cura do câncer.
Um professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP) acredita que conseguiu desenvolver uma substância que pode curar o câncer. Gilberto Orivaldo Chierice coordenou por mais de 20 anos os estudos com a fosfoetanolamina sintética, que imita uma substância presente no organismo e sinaliza células cancerosas para a remoção pelo sistema imunológico. “A fosfoamina está aí, à disposição, para quem quiser curar câncer”, disse o especialista.
A droga era fornecida em São Carlos, mas uma portaria da universidade proibiu a distribuição até o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pacientes que tinham conhecimento dos estudos entraram na Justiça para obter as cápsulas. Procurada, a Anvisa disse que não identificou um processo formal para a avaliação do produto em seus registros e que não houve por parte da instituição de pesquisa nenhuma iniciativa ou atitude prática no sentido de transformar o produto em um medicamento. Segundo a agência, para obter o registro, além da requisição, é preciso apresentar documentos e análises clínicas.
Mas, de acordo com Chierice, a substância, também conhecida como fosfoamina, não chegou ao mercado por “má vontade” das autoridades. Ele disse que procurou a Anvisa quatro vezes e foi informado que faltavam dados clínicos. "Essa é a alegação de todo mundo. Mas está cheio de remédios neste país que não têm dados clínicos", desabafou.
Pediu então à agência um hospital público onde pudesse realizar novos testes - os pesquisadores afirmam que, nos anos 90, a substância foi testada em um hospital de Jaú -, mas contou que não obteve retorno. A Anvisa nega que tenha sido procurada formalmente.
Ação
O professor aposentado explicou que, com a ingestão das cápsulas, as células cancerosas são mortas e o tumor desaparece entre seis e oito meses de tratamento. "Mas é evidente que um caso é diferente do outro", afirmou, reforçando que o período pode variar de acordo com cada sistema imunológico.
O Jornalismo da EPTV fez uma entrevista com o professor, com o intuito de tirar as duvidas da população, achamos interessante compartilhar a entrevista no blog para melhor esclarecer esse fato.
EPTV - Que substância é essa?
É a combinação de uma substância muito comum, utilizada em muitos xampus de cabelo, chamada monoetanolamina, e o ácido fosfórico, que é um conservante de alimentos. A combinação dessas duas substâncias gera uma substância chamada fosfoetanolamina, que é um marcador de células diferenciadas, que são as consideradas células cancerosas.
EPTV - Como ela age no organismo?
Essa substância nós mesmos fabricamos dentro das células de músculo longo e no fígado, no retículo endoplasmático. Então, não podemos chamar de produto natural porque é sintetizado, mas o seu organismo já fabrica com o mesmo propósito: defender você durante todo o tempo da sua vida de células que se diferenciam.
EPTV - A eficácia da substância foi mais evidente em algum tipo de tumor?
Os tumores têm células parecidas no seu mecanismo, chamadas de anaeróbicas. Células de tumor anaeróbico, todas elas cediam pela ação da fosfoamina.
EPTV - Tem alguma contraindicação? A cápsula tem que ser ingerida antes de a pessoa fazer quimioterapia?
Não existe “antes” porque ela não funciona como coadjuvante. Se você detona o sistema imunológico da pessoa, os resultados não são bons porque a ação da fosfoamina necessita que o sistema imunológico esteja intacto. Se existir uma quimioterapia que não destrói o sistema imunológico, perfeito, pode ser combinado.
EPTV - E por que a aprovação está demorando tanto? Por que a Anvisa está demorando tanto para liberar?
A razão é muito simples: eu acho que existe uma má vontade. Porque, se existisse boa vontade, isso já tinha sido aplicado em hospitais do governo, como dados experimentais, fase I, fase II, fase III, tudo isso já está pronto. Agora o que falta é dentro das normas da lei, os dados clínicos, assim me disseram na Anvisa todo esse tempo. Eu acho que existe uma má vontade.
EPTV - Essa substância é a cura do câncer?
Eu acredito que sim, eu acredito que sim. Não só essa como um monte delas que poderiam vir de derivados.
Pacientes pedem na Justiça que USP forneça a capsula da cura do câncer
Pacientes com câncer brigam na Justiça para que a Universidade de São Paulo (USP) forneça cápsulas de fosfoetanolamina sintética. Segundo usuários, familiares e advogados, a substância experimental produzida no campus de São Carlos (SP) acumula resultados satisfatórios no combate à doença, inclusive com relatos de cura, mas não possui registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e, por isso, só está sendo entregue por decisão judicial. A droga, cuja cápsula é produzida por menos de R$ 0,10, levou ao surgimento de discussões na internet e um morador de Santa Catarina que a distribuía gratuitamente foi preso.
A universidade afirma que não tem capacidade para produzir a substância em larga escala e reforça que a regulamentação é necessária, mesma opinião da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica. A entidade diz que não é contra pesquisas, mas aponta que, antes de novas substâncias serem oferecidas como medicamentos, devem passar por estudos amplos que comprovem seus benefícios e a eficácia diante do tratamento que já é oferecido.
Neste post vamos informá-los sobre os efeitos dos descongestionantes nasais em nosso organismo quando usados de maneira incorreta.
Descongestionantes nasais parecem inofensivos , mas não são. De acordo com o Centro de Assistência Toxicológica (CEATOX) do hospital das clínicas da cidade de São Paulo, eles estão no terceiro lugar na lista de problemas causados por efeitos colaterais e uso incorreto de medicamentos, ficando atrás dos anti-inflamatórios e os analgésicos, além disso, eles podem viciar, pois contém substâncias como nafazolina, fenoxazolina e oximetazolinaque causam dependência. Esses vasoconstritores desentopem as narinas apenas por um tempo.Horas após seu uso, o remédio provoca sensação contrária, dilatando as narinas, gerando o que chamamos de efeito rebote.
Consequências do uso abusivo
Não são indicados para cardíacos e hipertensos por suas propriedades vasoconstritoras, eles também são perigosos para pessoas que criam uma dependência.O vício pode levar à rinite medicamentosa. Quanto mais se usa, menor é o tempo de ação da droga. O uso sem medida do remédio pode causar alterações significativas nas vias aéreas superiores podendo se agravar e levar à perda do olfato. A rinite medicamentosa tem tratamento e em alguns casos específicos é necessária uma intervenção cirúrgica.
Nesse primeiro post do blog , vamos falar de um assunto muito sério que passa desapercebido pela maioria das pessoas que vão à farmácia a procura de medicamentos adquiridos sem receita para aliviar dores de cabeça, mal estar com rapidez e eficácia.
A maioria dos produtos que contém paracetamol podem ser adquiridos sem receita médica. As pessoas pensam que ele é um medicamento inofensivo pela facilidade de acesso que possui, mas na verdade viemos alertar nosso seguidores que o paracetamol ingerido em grandes quantidades ,pode lesar o fígado de tal modo que ele não consegue fazer a metabolização correta dos medicamentos.
O fato é tão serio que em crianças que não atingiram a puberdade podem vir a óbito por intoxicação, já em maiores de 12 anos e em adultos podem uma lesão grave no fígado por overdose.
É por esse motivo que pensamos ser de muita importância alertá-los de que mesmo sendo um medicamentos de fácil acesso e sem necessidade de prescrição médica é importante usa-lo com consciência se possível tirar suas duvidas com o médico ou farmacêutico e ler sempre a bula o que infelizmente muitos não fazem ocasionando agravos a saúde.
Vamos deixar aqui para vocês a quantidade e o modo correto de uso do paracetamol, afim de que estejam informados quanto a quantidade e horário certos, para que possamos diminuir o uso irracional desse medicamento e evitarmos de uma vez por todas a automedicação incorreta.